Venu Gita
("Canto da Flauta") - encontrada no Capítulo 21 (7–19). Nesses
versos, as gopis (pastoras de vacas de Vrindavana) descrevem, em profundo estado de
êxtase, a beleza de Krishna tocando Sua flauta e o efeito místico que ela causa
na natureza e nos seres vivos.
Gopi Gita
- encontrada no Capítulo 31 (1–19). Ela é considerada o "coração"
dessa escritura e a expressão máxima do amor devocional puro (Bhakti). É o canto de separação das gopis de
seu amado Krsna.
Bhramara Gita ("A Canção da Abelha") – encontrada no Capítulo 47 (12-21) que relata a dor e o êxtase do amor divino das gopis (pastoras) por Krishna. Após Krishna deixar a vila de Vrindávana para ir a Mathura, ele envia seu amigo Uddhava para levar uma mensagem às gopis e tentar consolá-las. As gopis se reúnem e começam a chorar de saudades ao lembrar de Krishna. Enquanto conversam com Uddhava, uma abelha (zangão) se aproxima. Uma das gopis principais confunde a abelha com um mensageiro de Uddhava ou do próprio Krishna, e começa a falar com ela em um estado de "loucura" provocado pelo amor divino.
Yugala-gita
– encontrada no Capítulo 35 (2–25). O Canto das Gopis enquanto Krishna vagueia
pela floresta. Ele narra o canto das gopis
(pastoras de vacas) em Vrindavana enquanto expressam a sua intensa dor e anseio
de separação de Krishna durante o dia, enquanto Ele pastoreia as vacas na
floresta. As gopis se reúnem
em pequenos grupos aqui e ali em Vrindavana, algumas diante da Mãe Yashoda. À
medida que seu sentimento de separação se intensificava, os nomes, forma,
qualidades e passatempos de Krishna começaram a se manifestar espontaneamente
em seus corações.
Viraha-gita
– encontrada no Capítulo 39 (19–31). Canção das Gopis enquanto Krishna deixa
Vrindavana. Por ordem de Kamsa, Akrura foi a Vrindavana para levar Krishna e
Balarama para Mathura. Os anciãos de Vrindavana, liderados por Nanda Maharaja,
embora relutantes, prepararam-se para enviá-los. No entanto, as jovens gopis ficaram extremamente
perturbadas ao saber disso. As gopis,
que não suportam nem um momento de separação de Krishna, ficaram devastadas ao
pensar na longa separação iminente. Reunindo-se em grupos diferentes, começaram
a conversar com lágrimas nos olhos, e essa conversa é chamada de Viraha-gita.
Mahishi-gita
– encontrada no Capitulo 90 (15–24). A Canção das Rainhas de Dvaraka. Após
deixar Vrindavana, o Senhor Sri Krishna residiu com Suas rainhas em Sua
opulenta capital, Dvaraka. Entre outros passatempos, Ele se divertia com Suas
esposas nos lagos. Com Seus gestos graciosos, palavras amorosas e olhares
furtivos, Ele encantava seus corações, e as rainhas ficavam totalmente absortas
em pensamentos sobre Ele. A loucura transcendental (unmada) das rainhas as preenchia com tal êxtase que elas viam seu
próprio estado de espírito refletido em todos e em tudo. Dez versos que
expressam esse êxtase são chamados de Mahishi-gita. As rainhas se dirigiam
a várias criaturas – pássaros kurari e cakravaka, o oceano, a
lua, uma nuvem, um cuco, uma montanha, um rio, e assim por diante – declarando
seu grande apego a Sri Krishna, sob o pretexto de demonstrar empatia por elas.
Pranaya-gita
– encontrada no Capítulo 29 (31–41). O Cântico do Amor. Entoados pelas gopis (pastoras de vacas de Vrindavana)
ao chegarem para a rasa-lila e se
depararem com a recusa inicial de Krishna em aceitar seu amor. Versos
proferidos pelas gopis em resposta à
dissimulação inicial de Śrī Kṛṣṇa, quando chegam à floresta para rāsa-līlā, em
resposta ao chamado de sua canção de flauta.
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)

.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)

.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)


.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)
.jpg)

.jpg)

.jpg)

.jpg)

.jpg)

.jpg)



